A mudança do todo que começa dentro da pessoa

O resgate da ética no país por autodesenvolvimento

e autoevolução

Para começar imEdiatamente

Simplicidade em sua essência

Só depende da própria pessoa

Viabilizando a necessária transformação da sociedade pela elevação do nível de consciência de cada pessoa (por iniciativa própria e não por ações que procuram mudar “os outros”).

Movimento

“ÉTICA DE SI”

Versão Completa

Qual é a essência do Movimento “Ética de Si”?

Este movimento parte da definição de que “ética é a escolha pelo bem comum” e é centrado na própria pessoa e não “nos outros”. A sua essência está em olhar para si e seguir os princípios do movimento nas ações do dia a dia.

Quais são esses princípios?

1. Fazer o que já faz no dia a dia, mas agora pensando no bem de todos e do todo.

2. Ser construtivo e pró-soluções (sempre a partir de suas próprias ações).

3. Buscar integrar o que faz à ação de outros (integração máxima), sempre com foco no bem comum.

Basta seguir esses três princípios para estar neste Movimento?

Sim. Quem vive esses princípios no dia a dia contagia as pessoas ao seu redor com seu exemplo e não com meros discursos e críticas.

E é só isso?

Sim. A partir desse processo interno (dentro de cada pessoa), o movimento segue um curso natural. Não é preciso tentar “organizá-lo”; não é preciso controlá-lo. Este não é um movimento de fora para dentro ou de cima para baixo. É de dentro (de si) para o todo.

Tudo muito simples…

A força do movimento está em sua simplicidade. E também em sua abrangência. É para todos participarem: jovens, adultos, veteranos em todas as áreas de atividade humana. É começar pequeno, em seu próprio círculo, mas é para crescer naturalmente, de forma viral. Sempre mirando todos e o todo.

Ao nos colocarmos a serviço do bem comum, damos sentido à nossa vida. Viramos uma chave dentro de nós. E uma versão melhor de nós mesmos assume o nosso dia a dia. Passamos a apreciar a vida de outra forma. E o nosso comportamento muda. Transcendemos nosso pequeno mundo e nos integramos a algo maior.

 

O Movimento 'Ética de Si' pressupõe comportamentos não utilitários, ou seja, que se faça 'o bem pelo bem', até anonimamente, e não para ganhar algo para si, inclusive 'reconhecimento'. E aí estará a beleza da evolução das pessoas.

COMO PARTICIPAR DESTE MOVIMENTO?

Quem pode participar?

Todo mundo.

Fazendo o quê?

O que já faz, mas agora sempre pensando no bem-estar do todo maior.

Posso já estar fazendo isso sem ter consciência?

Sim. E pode estar evoluindo a cada dia. É só continuar, talvez com mais vigor.

Posso também não estar fazendo isso?

Sim. Quando faz o que faz pensando só em si (egoísmo, individualismo) ou só em seu grupo (sua organização, por exemplo, numa forma de “egoísmo coletivo”). O fundamental é sair de todo tipo de egoísmo.

Então é só pensar no todo?

Sim. Ao pensar sempre no bem-estar de todos, você já fica diferente.

E as ações?

Serão decorrência natural de seu modo diferente de pensar. As suas ações tenderão a ser naturalmente diferentes.

Simples assim?

Sim. Porque é a motivação – a intenção com que você faz alguma coisa – que molda a qualidade de suas ações.

É possível estar o tempo todo focado no bem comum?

Possível e necessário. Com a prática, todos podem se tornar "mestres" nisso.

E o foco está nas pessoas – e não em governos, empresas, instituições...

Sim. Cada pessoa dentro do governo, da empresa, da instituição...

E sempre com foco em soluções?

Sim. Em como resolver... Fazer diagnósticos, criticar, apontar culpados é fácil... O “X” está em ajudar a resolver, corrigir, melhorar, eliminar os problemas. Em ser efetivamente construtivo o tempo todo.

E o importante é começar... Mesmo com pequenas melhorias. É isso?

É isso! No século 21, na Era da Internet, o importante é começar, desencadear ações na direção da solução. E conectar pessoas que poderão ajudar, que poderão ser seus aliados, parceiros. A partir desse início, o processo natural, orgânico que levará à solução poderá evoluir exponencialmente...

REFORÇANDO O ENTENDIMENTO...

Mais uma vez. Quero participar... O que devo fazer?

Antes de mais nada, servindo de exemplo (ações no dia a dia com foco no bem-estar do todo) para as pessoas próximas. E também divulgando o movimento, para que um número cada vez maior de pessoas também faça o mesmo.

E isso basta...?

Sim. E isso não é pouco. Com o tempo, vamos descobrir que a decisão de viver o dia a dia pensando no todo irá mudar tudo em nosso próprio modo de vida. E no de muita gente ao nosso redor.

O movimento então é de pessoa a pessoa?

Sim. É 100% pessoal. Vai ao núcleo e ao início de tudo: a própria pessoa (e não “os outros”).

É algo bem pessoal, mas podemos também participar do movimento junto com outras pessoas?

Sim. Com certeza. Junto com amigos e colegas. Onde moramos, estudamos e trabalhamos. E nas comunidades – virtuais e presenciais – que serão criadas, a partir deste Movimento, dentro de cada “mundo” (da educação, dos negócios, das instituições públicas etc.).

Temos, então, liberdade total para reproduzir o movimento de nosso jeito, em nosso próprio meio?

Sim. Só é preciso preservar a essência do movimento e sua simplicidade. O espaço para criar é enorme. Este movimento foi concebido para evoluir de forma natural, fluida, flexível, espontânea...

A pessoa começa com seu próprio entendimento desses conceitos e vai aprendendo, evoluindo...?

Sim. O conceito de “solução”, por exemplo. Um engenheiro pensará em soluções concretas, práticas. Um especialista de RH pensará em soluções por meio de mudança cultural. Um líder espiritual pensará em soluções num nível mais sutil, no plano da consciência.

Com o tempo, um estará influenciando o outro e todos estarão evoluindo juntos na busca do bem-estar de todos os seres vivos.

Na busca do resgate da ética partimos da premissa de que os resultados são sempre proporcionais à grandeza da motivação. Pequenos gestos realizados a partir de uma grande motivação (o bem-estar de todos e do todo) geram grandes resultados. Por outro lado, motivações pequenas – mesmo em grandes projetos - geram resultados igualmente pequenos.

ESTE MOVIMENTO É SOBRE ÉTICA...

MAS QUAL A DIFERENÇA ENTRE ÉTICA E MORAL?

Se atuamos em nosso dia a dia sempre pensando no bem comum, guiados por valores universais (respeito, justiça e solidariedade), então podemos considerar que agimos de forma ética o tempo todo.

Se atuamos em nosso dia a dia sempre pensando em nós mesmos (eu como indivíduo ou um “eu coletivo”) – de forma egoísta, buscando tirar vantagem de tudo e todos – podemos considerar que agimos de forma não-ética.

Também, se podemos agir pelo bem comum e decidimos nada fazer, e permanecemos passivos, omissos, “em cima do muro”, podemos dizer que isto também é um comportamento não-ético.

Se ética é a escolha pelo bem comum, decidir não agir, se manter em silêncio, deixando o medo prevalecer... não é ético.

 

Se ética é a escolha pelo bem comum, decidir 'entrar no jogo' fingindo não perceber manipulações em processo... não é ético.

 

(Veja a íntegra deste material criado por Oscar Motomura: www.amana-key.com.br/bemcomum).

Moral, ao contrário da ética, é - por definição - algo “local”. São “prescrições” de um determinado grupo, de um coletivo, de uma comunidade, de uma organização, de um país etc. A premissa é que se as pessoas obedecem essas prescrições, elas serão socialmente aceitas pelo grupo.

Nesse sentido, um “código de ética” de determinada empresa pode ou não ser ético. Se forem princípios universais, o código será ético. Se não, será um “código de moral”, daquele grupo específico. Uma organização criminosa pode ter um código de moral (nunca um código de ética). A pessoa que diz “tenho uma ética própria” está dizendo, na verdade, “tenho minha própria moral”. A moral vigente num país, muito diferente da de outro país, pode ter aspectos éticos (que também serão éticos nesse outro país) e aspectos morais muito diferentes e até divergentes.

(Para expandir a definição de ética e também entender melhor a diferença que existe entre ética e moral, veja vídeo com Terezinha Rios em www.amana-key.com.br/eticaemoral).

O Movimento Ética de Si pressupõe princípios universais (o conceito de bem comum que inclui o bem-estar de todos os seres vivos) e não prescrições que são considerados "certos"ou "aprimorados" para somente parte do todo maior.

Ser ético pressupõe que cada pessoa seja a expressão do que há de melhor em si a cada momento. Toda pessoa sabe o que é fazer o melhor por seus semelhantes e pela vida. É algo natural, intuitivo. Ao 'pensar' demais, tenderemos a ficar racionais e frios. E acharemos muitas razões para não ir além de nossos próprios interesses.

MAS O QUE É “BEM COMUM”?

Ética é a escolha pelo bem comum... Mas como podemos definir o que é bem comum?

Se formos perguntar para diferentes pessoas a definição que elas têm de bem comum, receberemos respostas bem diferentes. O conceito de bem comum, para ser legítimo e genuíno, dependeria de uma consulta a todos os povos da Terra.

Essa consulta, na verdade, já foi feita no período entre 1995 e 2000. O resultado deste imenso processo de consulta é a Carta da Terra (“Earth Charter”). A Carta da Terra representa a definição de bem comum de acordo com os povos do planeta.

Veja em www.amana-key.com.br/cartadaterra uma síntese das quatro grandes áreas da Carta da Terra e seus 16 princípios (que ilustram essa visão de bem comum).

Além da Carta da Terra, o que mais nos ajuda a definir o conceito de bem comum?

Em 2015 a Assembleia Geral da ONU aprovou os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS – que deverão ser alcançados até o ano de 2030. Este é outro documento que expressa, de forma quase tão abrangente quanto a Carta da Terra, o conceito de bem comum.

Veja em www.amana-key.com.br/17objetivos uma síntese dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Importante notar que a definição atual de “bem comum” inclui todos os seres vivos do planeta e não só os seres humanos.

Conectando mundos

O bem comum também pressupõe integração de "mundos”.

No trabalho, na escola, nos laboratórios científicos, em casa, com os familiares, entre amigos, nas comunidades, vivemos dentro de uma rede complexa, composta de   vários “mundos”. Mas temos a tendência a viver e trabalhar no dia a dia isolados em nossos “mundos”.

Um viver plenamente ético pressupõe que façamos – a partir do “mundo” em que vivemos – o nosso melhor para o bem comum. E, para isso, precisamos nos integrar a todos os outros “mundos” que compõem o “todo maior”.

Como eu posso conectar todos os mundos?

Simplesmente pensando o tempo todo nas conexões que existem entre esses mundos. Isso, por si só, já é um passo para fazer com que nossas ações, no dia a dia de nosso mundo, tendam a ser mais integrativas, menos “separatistas”, menos fragmentadas.

Posso começar conectando só alguns mundos?

Sim, claro. Podemos começar fazendo acontecer as conexões que vemos hoje. Amanhã, veremos mais conexões. Hoje, pequenas conexões. Amanhã, conexões maiores. E assim por diante.

E mesmo que seja “uma gota no oceano”?

Sim, claro. Podemos começar fazendo acontecer as conexões que vejo hoje. Amanhã, verei mais conexões. Hoje, pequenas conexões. Amanhã, conexões maiores. E assim por diante.

Quais seriam esses vários “mundos” que compõe o todo maior? Aqui estão alguns exemplos:

1. Mundo da educação e do aprimoramento contínuo. 2. Mundo da saúde e do bem-estar. 3. Mundo da segurança e da proteção da vida. 4. Mundo da produção, dos negócios e serviços. 5. Mundo do governo, da política, da participação cidadã. 6. Mundo da ciência e tecnologia. 7. Mundo da cultura, artes, lazer. 8. Mundo dos esportes. 9. Mundo do turismo/intercâmbio 10. Mundo da comunicação e relações sociais. 11.  Mundo da espiritualidade/religiões. 12.Mundo da Natureza, do meio ambiente e da sustentabilidade.

Neste movimento pela ética, a ideia é de sempre decidir e agir em 'nosso pequeno mundo' conectando o que se faz a todos os outros mundos. É migrar do fragmentado para o sistêmico, honrando a interdependência entre os diversos mundos (do governo, dos negócios, da educação etc.).

O foco do Movimento 'Ética de Si' está nas pessoas. Não em instituições impessoais e abstratas – como governos, empresas ou mesmo organizações da sociedade civil. Nem em cargos. Está nas pessoas que atuam nessas instituições. Nos seres humanos que ocupam esses cargos. No momento em que alguém numa organização decide, não é uma 'instituição' que está decidindo; é o ser humano em determinado cargo que decide (em seu melhor estado ou não...).

 

Este movimento pela ética nasceu para ser global. Ele parte de cada pessoa para o mundo e retorna do mundo para cada pessoa. Primeiro, é a ação de cada pessoa em prol do todo. E a evolução do todo, que resulta do conjunto de ações individuais, retorna para cada pessoa, numa extraordinária espiral de evolução.

 

Assumir uma atitude ética equivale também a assumir uma atitude ‘pró-soluções’ (típica de verdadeiros protagonistas) - de contribuir efetivamente para fazer o bem-estar do todo efetivamente acontecer. Equivale a usar a energia que possui de forma construtiva (e não destrutiva, simplesmente criticando 'os outros').

Recebi este conteúdo. Qual o próximo passo? O que faço agora?

Passo 1: Leia o conteúdo de novo, agora buscando pistas sobre o que você deve fazer de diferente em seu dia a dia (imediatamente), sempre atento a insights que terá, durante a própria leitura, sobre mudanças imediatas em suas atitudes e sua forma de viver na área pessoal, profissional e como cidadão do país.

Passo 2: Vá para a ação já. Comece a fazer as coisas acontecerem de forma diferente, implante as mudanças, faça a transição ideia-ação. Vire a chave das atitudes (de diferentes formas de egoísmo para a busca do bem comum) e passe a atuar de forma compatível (com essas atitudes) em seu dia a dia pessoal e profissional.

Passo 3: Repasse este conteúdo para a sua rede de relacionamentos. O Movimento “Ética de Si” deverá evoluir e se multiplicar biologicamente. A partir daí, o céu e o limite).

   

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